(por Eduardo Pakulski Saleh, Gislaine Pereira e Maicon)
Concorrência Schumpeteriana
Para J. Schumpeter a “visão dinâmica e evolucionária de concorrência” na economia capitalista é percebida ao longo do tempo, por isso evolucionária. Sensibilizada pelo processo ininterrupto da introdução de inovação, tanto de produtos, processos produtivos ou matérias-primas, nas formas de organização produtiva, ou nos mercados, inclusive em termos geográficos.
A concorrência Schumpeteriana caracteriza-se pela busca permanente de diferenciação, tendo em vista vantagens competitivas.
Estratégias de Inovação
As estratégias de inovação, que são recentes na literatura Econômica Industrial, são abordadas principalmente pela corrente Institucionalista-Schumpeteriana. Essa corrente focaliza sua análise na empresa, nos setores industriais e nas relações em rede com outros agentes econômicos.
A empresa é tida como um organismo vivo e em permanente mutação, recebendo influências do ambiente, também emprega mudanças nesse ambiente, sendo capaz de transformá-lo ou criar novos mercados a partir da introdução de inovações tecnológicas.
A corrente Schumpeteriana aborda três temas principais:
- estratégias de entrada e permanência das empresas em uma nova indústria mediante introdução de inovações tecnológicas;
- organização da inovação nas empresas, levando em conta a coordenação interna para implementação das estratégias de inovação;
- abordagem de formas de organização externa adotadas pelas empresas para acessar e difundir as inovações surgidas no ambiente tecnológico.
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